<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045</id><updated>2012-02-16T17:10:08.954-08:00</updated><category term='The Dark Knight'/><title type='text'>Cultopia</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-5223920301583392165</id><published>2010-09-20T15:47:00.000-07:00</published><updated>2010-09-20T15:49:40.166-07:00</updated><title type='text'>I Might Get Load</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJfkPuVqWsI/AAAAAAAAANI/B0H6VjJhW88/s1600/I+Might+Get+Load+-+The+Edge,+Jimmy+Page,+Jack+White.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 261px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519130827153889986" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJfkPuVqWsI/AAAAAAAAANI/B0H6VjJhW88/s320/I+Might+Get+Load+-+The+Edge,+Jimmy+Page,+Jack+White.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que não sou nenhum especialista em música. Logo, minhas análises nessa área são completamente influenciadas por meus gostos pessoais. Então, quando soube que estavam gravando esse documentário, com dois dos três guitarristas que mais admiro, fiquei muito animado. Afinal, poderia, através de um filme, conhecer mais sobre duas figuras que admiro. E você deve estar se perguntando: "Além de Jimmy Page, qual outro guitarrista do documentário que você é fã?".&lt;br /&gt;Para surpresa e, certamente, revolta de qualquer um que é fã do bom Rock N' Roll, não estava falando de Page. Não gosto muito de Led Zeppelin - apesar de reconhecer que a importância dessa grande banda para a História do Rock.&lt;br /&gt;Falava de The Edge, que é guitarrista de minha banda favorita (se é que tenho uma...), o U2; e de Jack White, um dos rockers que mais passei a admirar nos últimos tempos, não só por sua banda mais famosa (White Stripes), mas mais pelo seu trabalho em The Raconteurs, no qual podemos observar toda sua energia blues e sua crueza nos vocais e na guitarra.&lt;br /&gt;Enfim, por isso me animei em ver esse documentário. E ele não decepciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A tecnologia pode facilitar as coisas pra você. Você vai pra casa mais cedo, mas não vai ter tornar uma pessoa mais criativa"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo de início, após construir uma guitarra com um pedaço de madeira e uma garrafa de vidro, Jack White solta essa frase de impacto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contrapor White, somos apresentado ao guitarrista/engenheiro de som, amante da tecnologia, The Edge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por fim, somos apresentados ao mestre Jimmy Page, com humildade e serenidade surpreendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O documentário se desenrola basicamente em um bate-papo informal e sem roteiro entre os três e conforme os assuntos vão surgindo, o filme corta para trechos roterizados ou trechos de show das três bandas. Maneira esta, simples e fantástica, pois faz o filme ficar leve e interessante, daqueles que você torce para nunca acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escolha do trio também me parece eficiente, a medida que escolhe uma lenda viva da guitarra, um guitarrista dos anos 80-90 amante da tecnologia, e um guitarrista atual, influenciado pelo blues. Claro que todo músico, amante do Rock ou curioso, tem uma lista diferente dos três guitarristas que preferia ver em um documentário. Mas isso não diminui em nada a escolha. Muito pelo contrário. Achei ela paradoxalmente simétrica, se é que isso é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que, ao final do filme, passei a admirar a figura de Jimmy Page. E admirar ainda mais os meus já ídolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jack White, nascido em uma família pobre de Detroit, entre dez irmãos, fugiu da tradição Hip Hop de seu bairro para se tornar guitarrista. No começo, dividia o oficio de guitarrista com o de tapeceiro. Como já dito anteriormente, é amante da guitarra crua e do blues. Entre seus comentários mais marcantes no filme, está o que ele cita que prefere as piores guitarras (mostra que sua guitarra principal, uma airline vermelha, de plástico, foi comprada em uma loja de departamento) e que todo guitarrista deve lutar com seu instrumento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Edge, filho de mãe protestante com pai católico, em uma Irlanda dividida justamente por esse fator religioso, também era de família pobre, começou em uma banda de colégio (chamada U2, alguém conhece?), sem pretensão alguma de ser um Rockstar. É muito tímido e confessa que tinha dificuldades em compor, até os atentados do "Domingo Sangrento", que deu origem a clássica Sunday Bloody Sunday, uma das maiores letras da história do Rock N' Roll.&lt;br /&gt;É interessante também os vários trechos em que aparece arranhando o riff de Get On Your Boots. Parece um garoto que acabou de aprender uma música nova. E realmente, Edge deve ter acabado de compor o riff e parece ficar treinando para não esquecê-lo. Isso mostra o quanto um grande guitarrista é um ser humano qualquer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Jimmy Page parece ter vindo de uma família mais abastada. Ganhou uma guitarra quando criança e foi parar em um show de talentos em uma tv britânica. Tocou em várias bandas na Inglaterra até chegar ao Led Zeppelin. O que mais me impressionou em Page é saber que ele já foi de uma banda tão bombástica! Ele parece tão calmo.&lt;br /&gt;Outra coisa que impressiona é o respeito dos dois mais novos por Page. A cena em que ele começa a tocar um riff e os outros dois olham fixamente é de arrepiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes guitarristas, grande filme. Daqueles que, para quem não é músico, deixa com vontade de ser. E para quem é (ou é um simples curioso, feito eu), deixa com vontade de tocar guitarra um dia todo, até sangrar os dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedos estes que já tanto mancharam de sangue minha strato preta tocando em uma banda com meu companheiro Teeago, do Toonzine, autor dessas fantásticas gravuras. Teeago, grande amigo que tanto faz falta pelas bandas daqui. Bandas, que tanto me faz falta ter uma com ele. Ele, grande guitarrista, do qual Jack White fez me recordar muito, afinal, tem temperamentos e gostos parecidos. Jack White, que canta Steady as She Goes com tanta energia. Steady as she goes, música que sinto tanto falta de cantar com Teeago tocando sua Michael Sunburst, que já lhe arrancou belos nacos dos dedos. Dedos, os dele, que já mancharam muito mais guitarras que os meus...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande abraço companheiro! E sucesso com o Toonzine!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-5223920301583392165?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/5223920301583392165/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/i-might-get-load_20.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/5223920301583392165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/5223920301583392165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/i-might-get-load_20.html' title='I Might Get Load'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJfkPuVqWsI/AAAAAAAAANI/B0H6VjJhW88/s72-c/I+Might+Get+Load+-+The+Edge,+Jimmy+Page,+Jack+White.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-5684835289472892357</id><published>2010-09-19T10:26:00.000-07:00</published><updated>2010-09-19T10:39:16.678-07:00</updated><title type='text'>Cultopia &amp; Toonzine: blogs parceiros!!!</title><content type='html'>Olá queridos leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho através deste post inaugurar oficialmente a parecia entre o Cultopia e o Toonzine. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como Thiago mesmo define seu blog, o "TOONZINE, é um projeto antigo onde vou falar sobre as bandas que gosto, desde as grandes bandas da história do Rock, até as novas bandas que habitam o Underground Nacional e Internacional. Vou seguir a linha dos "antigos" Fanzines, junto com uma visão particular através de cartoon's."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago é mais do que um grande amigo. É um grande artista. Um dos melhores músicos com quem já toquei. E um dos maiores desenhistas que já vi. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me presenteou certa vez com uma caricatura. Arte esta que está exposta em meu quarto desde que a ganhei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos cultopianos! Acessem o Toonzine e saiba mais sobre boa música:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://toonzine.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJZJbFiE6qI/AAAAAAAAANA/xnc134wwHQk/s1600/Hugh+Laurie.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJZJbFiE6qI/AAAAAAAAANA/xnc134wwHQk/s320/Hugh+Laurie.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518679123079522978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma caricatura que Thiago fez de Hugh Laurie, o eterno House. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;House M.D. é uma grande série da qual sou fã. House tem um grande valor filosófico e psicológico.&lt;br /&gt;Pretendo fazer um texto qualquer hora analisando filosoficamente a série. É fantástica. E viciante! Tal como House é viciado em Vicodin, nos faz viciar nele mesmo e em seu temperamento singelo e genial!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aguardem!!! O começo dessa semana trará o primeiro texto da parceria entre os blogs. Que seja eterna! E será! Assim como a amizade dos autores!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-5684835289472892357?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/5684835289472892357/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/cultopia-toonzine-blogs-parceiros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/5684835289472892357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/5684835289472892357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/cultopia-toonzine-blogs-parceiros.html' title='Cultopia &amp; Toonzine: blogs parceiros!!!'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/TJZJbFiE6qI/AAAAAAAAANA/xnc134wwHQk/s72-c/Hugh+Laurie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-9108202668018891115</id><published>2010-09-06T18:17:00.000-07:00</published><updated>2010-09-09T09:16:10.445-07:00</updated><title type='text'>Homem - Aranha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.imfdb.org/images/6/64/Spiderman2poster.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; FLOAT: left; HEIGHT: 407px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.imfdb.org/images/6/64/Spiderman2poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar pensando: "Tanta coisa pra se dizer após um ano de reclusão e esse cara vem me falar de 'Homem - Aranha'?". Pois é. É o que eu pensei antes de escrever esse texto de retorno do blog. Mas confesso uma coisa: foi rever essa magnífica trilogia dirigida por Sam Raimi que me levou a reativar o blog.&lt;br /&gt;Estou me recuperando de uma cirurgia relativamente simples (mas como tudo para mim é mais díficil, simples amídalas podem dar hemorragia) e resolvi recorrer a minha pequena coleção de dvds para passar o tempo no qual fiquei na cama. Tenho alguns filmes pesados. Boa parte deles de terror. E depois de ter hemorragia, não estava muito afim de sangue. Nem peso. Então, "Homem - Aranha" me pareceu perfeito para passar o tempo. E não me decepcionei.&lt;br /&gt;Assisti esses três filmes no cinema. O primeiro em 2002 (eu era um adolescente bobo). O segundo em 2004 (continuava um adolescente bobo). O terceiro em 2007 (já era um jovem, não tão bobo assim). E só. Lembrava de ter gostado dos filmes. E só. Nunca mais os procurei. Recomprei a pouco tempo a trilogia em dvd mas não os revi de cara. Deixei-os lá guardados para esse momento.&lt;br /&gt;E como nossa percepção evolui. Oito anos após o primeiro filme, a trilogia "Homem - Aranha" passou, para mim, de mera boa adaptação dividida em três bons filmes, a um grande épico sobre a transformação da alma humana, representada pelas mutações ocorridas no garoto Peter Parker (Tobey Maguire, sensível, estupendo). Não só a mutação genética que o transformou em super-herói. Mas, principalmente, a mutação do caráter do garoto, que passa por grandes abalos durante a trilogia. É o homem se transformando em superhomem, em todas as esferas. Transformação esta, que está em todos nós. Não precisamos de aranhas radioativas para sermos heróis. A filosofia pode nos ensinar. A aranha radioativa de Peter Parker pode ser a mosca socrática, a deontologia kantiana, a subversão marxista. Mas essa é uma outra história...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeiro ato: Homem - Aranha (I): &lt;em&gt;Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.krassycandoit.com/blah/img/spider-man-1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 420px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.krassycandoit.com/blah/img/spider-man-1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No primeiro ato, somos apresentados a nosso herói: um garoto, recém formado no colégio, tímido, estudioso, que faz alguns bicos para ganhar a vida, que possuí seus amores platônicos e seus anseios de vida. Gente como a gente. Afinal, é mais fácil nos identificarmos com esse garoto do que com um bilionário que mora em uma caverna ou um homem que fica verde e gigante quando se enerva...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrinho amoroso, vive com os tios, Ben e May, por ser orfão (a morte dos pais fica subentendida durante a trilogia). Entretanto, como um adolescente rebelde, às vezes acaba por magoar os tios. Pouco depois de ser picado pela aranha radioativa e experimentar os prazeres que a sensação de poder lhe dá, Peter tem a discussão famosa e derradeira com Tio Ben. E durante a discussão, Ben Parker diz a Peter a frase que marcará a escolha moral vivida por de nosso herói durante a saga: com grandes poderes vêm grandes responsabilidades. E Peter encerra a discussão com a frase: "você não é meu pai". Qual de nós, no auge da juventude, não peitamos nossos país ou avós, arrogantemente, afirmando que eles não tem nada a nos dizer. E depois nos arrependemos amargamente por isso. A diferença é que Peter jamais falaria com seu tio novamente.&lt;br /&gt;Ao deixar de prender um criminoso por querer se vingar do dono do ringue de lutas que não o pagou, Peter deixa escapar o futuro assassino de seu tio. Essa tragédia acaba reforçando positivamente a frase de Ben Parker. Por não ter agido com responsabilidade, fazendo o que seria éticamente correto, Peter perde sua maior referência e a pessoa que ele mais admira. Entretanto, se não fosse essa grande falha, o Aranha jamais seria "nosso amigo de sempre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E todas essas transformações sentimentais, permeadas de raiva, medo, angústia, culpa e dor, são representadas de maneira tocante por Tobey Maguire e pelo diretor Sam Raimi, que opta por construir delicadamente os personagens, não baseando só na velha forma maniqueista de "herói altruísta que bate e vilão lunático que apanha" e que também não se baseia só em cenas de ação. Mas que, obviamente, não as esquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Norman Osborne/Duende-Verde também é um personagem complexo. Willem Dafoe nos brinda com uma bela atuação, não caindo na caricaturização fácil em que tende o vilão (que é um Doende... verde...) típica de Nicholson em Batman, por exemplo. Seu monólogo defronte ao espelho é uma das cenas mais bacanas do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confesso que quando adolescente não gostava da Mary Jane interpretada por Kirsten Dunst. Isso só mostra quanto eu era bobo. Dunst nos apresenta uma M.J. Watson como uma menina-mulher forte e doce, que sonha em ser atriz, mas acaba trabalhando como garçonete e lutando com os abusos do pai. Foge totalmente do estereótipo "donzela em apuros", se transformando durante os três atos, em grande sustentáculo de nosso herói aracnídeo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;James Franco é outro que evoluí muito seu Harry Osborn durante a trama. Começa como coadjuvante no primeiro ato. Se torna um grande vilão no segundo para o terceiro e termina a trilogia como um grande herói. Mas de Franco, falarei nos outros textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar, J.K. Simmons é o próprio J.J. Jameson. Além de ser fisicamente perfeito para o papel, sua atuação serve de bom alívio cômico a trama. Apesar de odiar o Aranha, não o entrega quando pressionado pelo Duende. O que nos leva a simpatizar pelo mau humorado editor, que também acaba sendo o retrato infeliz e fiel de boa parte da mídia conservadora mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora é muito bacana, criada por Danny Elfman, que criou as famosas trilhas de Batman e Os Simpsons. Se não temos uma música tão marcante quanto as de seus trabalhos anteriores, Elfman pontua bem os momentos dramáticos do filme com sua bela trilha orquestrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fã incondicional de "Homem - Aranha", o diretor Sam Raimi relutou em dirigir este filme. Principalmente por que ele não queria "contar a história desde o começo". Ele queria apresentar a história da transformação de Peter em Spidey nos créditos iniciais e construir a história a partir de então. Entretanto, o diretor nos brinda com um belo trabalho inicial e consegue concluir o primeiro ato da saga de nosso herói com muita ação e, principalmente, tragédias. Mas o mais importante: nada é gratuito nesse belo universo concebido por Stan Lee e Steve Dikto e recriado com maestria por Raimi. E nosso herói? O Incrível Homem-Aranha? É gente. Como a gente. Um homem feito de nada. Como nós! E em tamanho natural!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Segundo Ato: Homem-Aranha 2: &lt;em&gt;As vezes para fazer as coisas certas, devemos desistir dos nossos sonhos&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cinepremiumfilmes.com/wp-content/uploads/2010/01/homem-aranha-2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 339px; FLOAT: left; HEIGHT: 500px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.cinepremiumfilmes.com/wp-content/uploads/2010/01/homem-aranha-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos após o primeiro filme, nosso herói volta para o melhor ato de sua aventura. O segundo ato é mais maduro, sombrio e pesado e Sam Raimi, juntamente com os roteristas, acertam a mão em evoluirem o desenvolvimento de absolutamente todos os personagens, não caindo na tentação de utilizar a velha fórmula das continuações de filmes de herói: mantém-se a mesma estrutura, muda-se o vilão e, quando muito, o local onde este troca sopapos com o herói. Mas Raimi vai além. Muito além.&lt;br /&gt;Logo nos créditos iniciais, o diretor nos brinda com uma retrospectiva dos acontecimentos do primeiro ato nos moldes de uma história em quadrinhos, demonstrando provavelmente o que ele tinha em mente para o primeiro filme - como já disse, o diretor queria, no primeiro filme, contar a "pré-história" do aranha em slides nos créditos iniciais.&lt;br /&gt;Após isso, já somos apresentados para as novas angústias de nosso herói: a responsabilidade. Além da responsabilidade de ter poderes sobre humanos, Peter tem de trabalhar para pagar o aluguel (que está atrasado), estudar (está com baixo rendimento nas aulas), conquistar sua amada (que anúncia seu casamento com outro homem), ajudar sua financeiramente sua tia (que está prestes a ser despejada), manter a amizade com seu melhor amigo (que quer matar o Homem-Aranha). Por esses motivos (além do fato de que o principal veículo de comunicação da cidade trata o Homem-Aranha como um criminoso), o herói sofre durante parte do filme por uma espécie de depressão, que faz com que seus poderes comecem a falhar, até o total desaparecimento. Assim, Peter se questiona a todo momento se realmente deve continuar sendo Homem-Aranha, pois sabe que jamais conseguirá ajudar as pessoas e levar uma vida normal. Na primeira sequência, perde o emprego de entregador de pizza, pois sempre chega atrasado ou atrasa suas entregas, devido a toda hora ter de se alternar entre pedidos e salvamentos. Posteriormente, se atrasa e não consegue entrar no teatro em que Mary Jane está se apresentando, magoando assim sua amada.&lt;br /&gt;Essas e outras questões levam Peter a aposentar a fantasia de aranha e, então, levar a vida normal que almeja.&lt;br /&gt;Entretanto, ao visitar sua tia May, Peter se emociona ao ter seu alter-ego elogiado pela simpática senhora. Tia May diz, entre outras coisas, "que as vezes, para fazer as coisas certas, precisamos desisitir de nossos sonhos". Era o forte incentivo que nosso herói precisava para perceber a importância de seus atos para a sociedade, voltando assim a ativa e deixando para trás seus sonhos pelo que julga moralmente correto (mais um exemplo de que Peter é um herói deontologista kanteano).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vilão desse ato é o Doutor Otto "Octopus" Octavius. Ídolo máximo de Parker, Otto (interpretado de maneira sublime por Alfred Molina) é um cientista que tenta criar uma nova fonte de energia e, por um erro de cálculo, acaba quase destruindo a cidade, além de perder a esposa e ter a consciência pelos "braços mecâncicos inteligentes" que cria. Aliás, nesse ato, após um interessante diálogo entre Otto (ainda lúcido) e Peter, percebemos que nosso herói sempre admira certas figuras paternas. Talvez para suprir a falta de seu pai. Depois, de seu tio Ben. Mas essa admiração acaba sempre sendo frustrada pelas transformações dessas figuras. Primeiro, Norman Osbourne. Agora, Otto Octavius. Depois, seu professor, o Doutor Curt Connors, que todos sabemos, na mitologia do aranha, se transforma no vilão Lagarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kirsten Dunst e James Franco também se ganham um destaque maior nessa projeção. A forma que a atriz trabalha a construção do amor que Mary Jane nutre por Parker (além de no fundo parecer ter certeza de que ele é o Aranha) é sensível e emocionante.&lt;br /&gt;Sentimentos opostos são os de Harry Osbourn, ao descobrir que a identidade secreta de Aranha. E de Peter. James Franco consegue passar com primor a sensação confusa de amor, ódio, admiração, raiva e asco do melhor amigo. E a cena que passa a ser assombrado pelo fantasma do pai é de arrepiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao levantar questões mais profundas, esse segundo ato acaba por superar o primeiro em qualidade. Tal como nosso herói, os filmes evoluem. O primeiro é a descoberta. Este segundo, o amadurecimento, que certamente colocou Homem-Aranha 2 no patamar das grandes segundas-partes da História do cinema. Equiparável, por que não, com O Império Contra-Ataca, X-Men 2, O Exterminador do Futuro 2, Aliens: O resgate... deixa eu parar por aqui antes que cite O Poderoso Chefão 2 e sofra algum atentado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Terceiro Ato: Homem-Aranha 3: &lt;i&gt;Ou você morre herói, ou vive o bastante para se tornar um vilão&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.binarymoon.co.uk/files/images/spiderman3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 520px; height: 250px;" src="http://www.binarymoon.co.uk/files/images/spiderman3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar se perguntando: "qual a relação entre a célebre frase dita por Harvey Dent em The Dark Knight e o filme Homem-Aranha 3?". Diretamente, nenhuma. Mas ilustra muito bem a terceira transformação ocorrida em nosso herói: Peter Parker é o vilão de Homem-Aranha 3!&lt;div align="justify"&gt;Mas o e Homem-Areia? E Venom? E o novo Duende-Verde? Bem. Estes se mostram bem mais nobres durante a trama do que nosso aracnídeo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao contrário do segundo ato, neste somos apresentados a um Aranha popstar. Amado por todos, capa de todas as revistas, autoconfiante e, pasmem, arrogante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Peter parece seguro de si e acima de qualquer crítica. Sua petulância faz com que não consiga enxergar os problemas vividos por sua amada. Aliás, nem a ouve. Apenas sabe falar de si. E acaba a afastando. Sem contar que beija publicamente outra mulher. E apenas por uma questão de publicidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a situação piora quando um alienígena simbiótico vindo do espaço se une ao herói, reforçando suas características e sentimentos. É aí que Peter se perde por completo. Quase mata seu melhor amigo, humilha Eddie Brock (um jovem que tem a história de vida idêntica ao herói) e até bate em sua amada. E penteia o cabelo no estilo "emo". &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penso que essa mudança no estilo do herói para o estilo que começara a se popularizar entre os jovens da época foi emblemática. Essa versão do herói é muito individualista e egocêntrica - tal como a geração atual. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, o fato de Peter Parker ter se corrompido pelo poder não diminui em nada sua grandeza de herói. Pelo contrário. O torna mais humano. Ou alguém acha que algum ser humano comum é altruísta todo o tempo? Logicamente, ao final da trama, após colocar tudo a perder, nosso herói percebe seus erros e começa a buscar redenção (o diálogo de Peter com Flint Marko ao final da trama é tocante).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E o que faz do Homem-Aranha o grande vilão desse ato? Bem, além do já mencionado, as outras figuras que rivalizam com o herói se mostram muito mais humanas do que o atual estado de espírito do próprio.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Flint Marko, o Homem-Areia (Thomas Haden Church), a todo momento recorre a foto a filha para buscar motivação. É notável que para ele é um grande peso continuar a vida de crimes, mas a vida não lhe reservou outras alternativas . Principalmente por conta da grave (e, provavelmente cara) doença de sua filha. E, como já citado, o diálogo final de Marko com Parker é emocionante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Edward Brock Júnior, o Venom (Topher Grace) tem a vida exatamente igual a de Peter Parker: é jovem, pobre, fotógrafo e apaixonado por uma garota. Entretanto, por uma sucessão de desastres, tudo dá errado em sua vida. E em grande medida, por culpa de Peter. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas o grande destaque vai para Harry Osborn (James Franco) que se transforma de vilão repugnante (no começo do ato) ao grande herói do filme ao final. Após mais um conselho de seu mordomo (aliás, esse é um outro aspecto positivo da saga: o respeito que os jovens nutrem pela sabedoria dos mais velhos, que sempre os transformam com algum conselho), deixa as diferenças com Parker de lado e se sacrifica para ajudar seu melhor amigo, protagonizando talvez a cena mais emocionante de toda a aventura.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por mais que Homem-Aranha 3 talvez não seja o filme que Sam Raimi desejava realizar (o estúdio "empurrou" Venom na história) e seja mais falho que os dois primeiros, tem grandes méritos em finalizar a trilogia em grande estilo. A opção de mostrar Peter Parker corrompido pelo poder foi fundamental para o término da construção dele como um herói humano, que tem todas as falhas possíveis, mas que encontra dentro do conselhos dos mais velhos, do apoio dos amigos e do amor, e em si mesmo, o suporte necessário para superá-las. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma pena que os produtores optaram por encerrar o trabalho de Sam Raimi, Tobey Maguire e Kirsten Dunst. Querem agora recontar a história. Revisitar o personagem, nos moldes da juventude atual. É uma pena. Mas creio que quando digo que Parker é gente como a gente, a nova geração já não se identifica mais com o herói. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afinal, imagine se um de nossos jovens atuais fossem picados por uma aranha radioativa. Acho que passaria a vagar de prédio em prédio com um fone de ouvido plugado em um celular de ultima geração, ouvindo popcore. Isso quando não prefere ficar na internet o final de semana inteiro. "Ajudar os outros? Para quê? Eu quero é me divertir!"&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-9108202668018891115?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/9108202668018891115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/homem-aranha.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9108202668018891115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9108202668018891115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/homem-aranha.html' title='Homem - Aranha'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-1267083197973099267</id><published>2010-09-06T17:50:00.000-07:00</published><updated>2010-09-06T18:16:42.493-07:00</updated><title type='text'>Cultopia Returns!!!</title><content type='html'>Um... ano. Doze... meses. Cinquenta e poucas... semanas. Trezentos e poucos... dias. Quase nove mil... horas. Trinta e um milhões... segundos. Este é praticamente o tempo que deixei Cultopia abandonado às traças. Ou melhor, aos trojans. Nesse tempo tudo mudou. Tudo e nada. Amadureci. Muito. Mas continuo o mesmo. Melhorado. Com upgrades. Grandes. Pessoas se foram. Pessoas vieram. Trabalhos vieram. Trabalhos se foram. Experiências novas se deram. Experiências velhas retornaram. Ganhei uma mulher. Perdi as amídalas. Perdi algum dinheiro. Ganhei algumas amizades. Assisti alguns filmes. Estudei filosofia. Assisti alguns filósofos. Estudei alguns filmes. Não filmei nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... se minha vida fosse um bom RPG, teria súbido de nível várias vezes durante esse tempo. Estou mais experiênte. Muito mais. Mas continuo incendiário. A diferença é que estou aprendendo os melhores combustíveis e os locais por onde mais o fogo se alastra. E que os bombeiros devem ser os primeiros a serem... deixa pra lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega de bobagem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BEM VINDO À CULTOPIA!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-1267083197973099267?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/1267083197973099267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/cultopia-returns.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/1267083197973099267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/1267083197973099267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2010/09/cultopia-returns.html' title='Cultopia Returns!!!'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-2826460974105107219</id><published>2009-09-08T20:08:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T20:14:09.974-07:00</updated><title type='text'>Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 0: Introdução sobre o Tema</title><content type='html'>Bem, me vejo na obrigação de postar um pequeno texto do intelectual João Bernardo sobre o que de fato significa a miséria humana. Chamei essa postagem de Parte 0 pois é mais interessante lê-la primeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Pobreza e miséria&lt;br /&gt;A propósito do filme de Chico Teixeira, A Casa de Alice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Bernardo - Domingo, 6 Abril, 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive um amigo que distinguia a pobreza e a miséria. A pobreza, dizia ele, resolve-se com dinheiro. A miséria é outra coisa. Pobreza é não ter que comer, viver num barracão esburacado ou dormir no abrigo de uma caixa de multibanco, ter a roupa em farrapos, e com dinheiro compra-se comida, calças e camisa e aluga-se um quarto.&lt;br /&gt;A miséria não se resolve com dinheiro. Miséria é não ser escutado por ninguém, não decidir a própria vida, chegar a casa, olhar para quem lá mora e já não ver neles aquilo que outrora se julgava, viver isolado numa teia de conhecimentos superficiais, amigos de café para discutir o futebol, colegas de trabalho que talvez sejam orelhas do patrão, a miséria é não confiar nos outros nem em si próprio, é viver uma vida sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe a riqueza, claro, mas essa têm-na os capitalistas e não significa só dinheiro, porque a riqueza representa mais dinheiro do que aquele que é necessário para viver muitíssimo bem. Riqueza significa acima de tudo poder, a capacidade de ordenar as próprias vidas e de mandar nas vidas alheias. Enquanto a miséria significa, mesmo de barriga cheia, não dispor de poder nenhum sobre nada, obedecer e não entender aquilo a que se obedece. A miséria, em suma, é ser joguete da história, sem conseguir travar a engrenagem. A miséria é ter inveja dos patrões em vez de lhes ter ódio, é querer subir no sistema em vez de o derrubar, é desconfiar dos colegas em vez de se unir a eles, é viver isolado sem saber que a história existe e que podemos participar nela. A miséria é dizer sim quando se deve dizer não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal do capitalismo, o paraíso que ele nos promete, consiste em acabar com a pobreza e universalizar a miséria. Paradoxalmente, o pobre, embora seja um fruto do capitalismo, é nefasto para o capitalismo, porque nem é produtivo nem é consumidor. Ninguém trabalha bem com a barriga vazia, um trabalhador ignorante não pode ser qualificado e além disso quem é pobre não compra nada, o que é péssimo para o mercado. Enquanto o trabalhador condenado à miséria compra o que pode e quando deve, e trabalha tal como lhe mandam. É ele o cidadão exemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro do capitalismo não existe saída para a miséria, porque os trabalhadores só adquirem uma dimensão histórica, só entram na história, quando combatem o capitalismo. É então, na preparação de uma greve − para me limitar a um exemplo simples − na mobilização dos colegas, nas discussões, na formação de um piquete, que os olhos se iluminam e a pessoa sente que alguma coisa mudou. Agora temos a capacidade de falar alto e de obrigar os patrões e as autoridades a escutarem-nos, invertemos a engrenagem, somos história. Saímos da miséria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-2826460974105107219?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/2826460974105107219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-0.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/2826460974105107219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/2826460974105107219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-0.html' title='Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 0: Introdução sobre o Tema'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-7359048991725803374</id><published>2009-09-08T19:18:00.000-07:00</published><updated>2009-09-08T20:07:31.488-07:00</updated><title type='text'>Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 2: Sertanejo Universitário</title><content type='html'>Continuando a série de postagens sobre a miséria humana, falarei rapidamente sobre o novo fenômeno que circula entre os universitários brasileiros: o sertanejo. &lt;br /&gt;A principio, isso pode parecer algo inocente e extremamente sem importância. Mas é algo um pouco mais profundo e que merece ao menos comentários a respeito. &lt;br /&gt;Há tempos, venho observando um extremo descompromisso dos universitários brasileiros com teorias mais libertárias e projetos alternativos de sociedade. Mesmo na minha área, atualmente a academia tem dado mais valor a projetos que adocicam a História, transformando-a em mero cabedal de curiosidades, do que a projetos que pensam o mundo criticamente, buscando saídas e soluções para problemas sociais tão latentes em nosso país. Ou seja, mais vale estudar a sexualidade de Dom Pedro I do que os conflitos sociais decorrentes do pouco acesso a terra no Brasil, por exemplo.&lt;br /&gt;O que o sertanejo tem a ver com tudo isso? Sob uma ótica superficial, nada. Mas se pensarmos um pouco veremos que isso quer dizer muita coisa sobre o perfil atual dos universitários brasileiros. Um perfil totalmente acrítico.&lt;br /&gt;Historicamente, as festas universitárias sempre foram embaladas por músicas ácidas e críticas. Mas agora Rolling Stones, Jimmy Henrdix, Pink Floyd, Raul Seixas e companhia limitada são substituídos por Vítor e Léo, César Menotti e Fabiano, João Bosco e Vinicius, Jorge e Mateus, entre outros. &lt;br /&gt;Canções de protestos são trocadas por canções sobre mulher, cerveja e amor. &lt;br /&gt;Se para você isso não quer dizer nada, para mim mostra um indicativo muito preocupante. As universidades, principalmente a públicas, são os locais em que se pensa o país. Inclusive projetos alternativos para ele. &lt;br /&gt;Atualmente, parece que a universidade está permeada por carreiristas sociais que só pensam em suas próprias posições sociais. Já não fazem nem mais questão de se travestirem de críticos. Isso até que ajuda, pois não vemos mais conservadores travestidos de esquerditas. Então, o inimigo é facilmente identificável.&lt;br /&gt;Enfim, parece que já não é possível discutir autores e pensar em alternativas para a sociedade numa festa universitária embalada por Raul Seixas, mesmo estando chapados. Agora o lance é ouvir música acéfala e jogar truco. Nada mais.&lt;br /&gt;Realmente 1968 foi um ano que não acabou. Mas creio que o espírito que nele se viveu jamais voltará a assombrar a humanidade. E olha que o mundo de hoje é bem pior do que o daquela época...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-7359048991725803374?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/7359048991725803374/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7359048991725803374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7359048991725803374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-2.html' title='Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 2: Sertanejo Universitário'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-332760059036276698</id><published>2009-09-08T16:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-20T08:02:38.772-07:00</updated><title type='text'>Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 1: Coringa e Codinome V</title><content type='html'>Esses dias discuti com uma aluna sobre tatuagens. No meio da discussão, disse que tenho muita vontade de fazer algumas, mas como meu gosto pessoal é um pouco inconstante, não via nenhuma figura que tivesse vontade de manter em meu corpo por toda minha vida. Porém, no meio da discussão, comecei a pensar nessa possibilidade e apareceram em minha mente os dois personagens do título dessa postagem*. O motivo: ambos são subversivos e tenho certeza que essa é uma característica que jamais irei abandonar.&lt;br /&gt;Entretanto, essa postagem não é sobre tatuagens, muito menos sobre meu gosto pessoal. É a primeira parte de uma série de postagens que pretendo escrever sobre a miséria humana que permeia a sociedade contemporânea. Ou pós-moderna. Ou pós-contemporânea. Não sei o termo correto para descrevê-la. Aliás, até sei: miserável. Mas acho que não serviria para definir corretamente o tempo histórico atual. Somente as pessoas que nele vivem. &lt;br /&gt;Como já confidenciei para algumas pessoas, costumo usar a ficção para sublimar algumas vontades e fugir um pouco da realidade. Assim, Codinome V e Coringa são personagens marcantes no que se diz respeito à subversão. &lt;br /&gt;Codinome V é um herói totalmente diferente. Não combate criminosos comuns. Combate um sistema fascista com métodos terroristas, explodindo prédios e assassinando membros do partido a sangue frio com suas adagas afiadas. Todavia não pretende ficar um segundo no poder. Muito pelo contrário. Envia máscaras e convida toda a população para a revolução e ao final, se sacrifica, explodindo o parlamento londrino num apoteótico encerramento ao som de 1812, de Tchaikovsky, deixando a reconstrução da sociedade nas mãos das pessoas, que o viam como um verdadeiro representante de suas vontades. Entretanto, se Codinome V fosse um personagem real que tentasse derrubar o sistema, certamente seria delatado e caçado pela própria população. E se por obséquio, o herói conseguisse entregar a sociedade nas mãos do povo, certamente este a entregaria na mão do primeiro ditador que aparecesse. Que projeto alternativo de sociedade o que? O importante é trocar de carro todo mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SqcJ2nHg9yI/AAAAAAAAAMA/vVbsuXA1HCI/s1600-h/1156276673v-for-vendetta-24.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SqcJ2nHg9yI/AAAAAAAAAMA/vVbsuXA1HCI/s320/1156276673v-for-vendetta-24.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379279113735436066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse contexto, acho que só o palhaço de cabelos verdes e boca rasgada faria algum estrago nos corações miseráveis ambulantes que batem no peito do ser humano num total desperdício de oxigênio. Afinal, ele é um agente do caos. Não pensa em qualquer projeto alternativo para a sociedade. Nem quer destruí-la. Ele quer apenas dar a corda para que todos nós nos enforquemos. Se pudéssemos entrar em sua mente perturbadoramente sagaz, encontraríamos esse pequeno apanhado de idéias: &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;"A loucura é como a gravidade, só precisa de um empurrão. Introduza um pouco de anarquia e pronto. Afinal, a única maneira razoável de se viver neste mundo é sem regras! Planos? Eu pareço alguém que faz planos? Eu sou um agente do caos. Sou um cachorro perseguindo carros. Eu não saberia o que fazer se alcançasse um. Minha ação nada mais é do que uma força que não se pode parar encontrando um objeto imóvel. Mesmo vocês sendo um bando de miseráveis imóveis, vejo que existe um pouco de conflito nas suas mentes e gosto disso. Então, acredito que tudo que não nos mata nos torna mais estranhos!!!"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SqcKNlywKLI/AAAAAAAAAMI/3pMGfI8iCgg/s1600-h/joker-burns-money.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 222px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SqcKNlywKLI/AAAAAAAAAMI/3pMGfI8iCgg/s320/joker-burns-money.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379279508516907186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idéias arrepiantes de um verdadeiro ícone da subversão. Afinal, o ser humano, miserável que é, não merece projetos alternativos de sociedade. Merece ser aterrorizado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;* análise baseada nos personagens dos filmes Batman - O Cavaleiro das Trevas e V de Vingança, e não nos personagens originais dos quadrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-332760059036276698?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/332760059036276698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/332760059036276698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/332760059036276698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/09/ensaios-sobre-miseria-humana-parte-1.html' title='Ensaios Sobre a Miséria Humana PARTE 1: Coringa e Codinome V'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SqcJ2nHg9yI/AAAAAAAAAMA/vVbsuXA1HCI/s72-c/1156276673v-for-vendetta-24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-3685609433263775067</id><published>2009-06-27T14:48:00.000-07:00</published><updated>2009-07-22T11:18:02.201-07:00</updated><title type='text'>Resident Evil 5</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SkaoXFu1CFI/AAAAAAAAAKk/2owVuYBVj9I/s1600-h/re5_banner.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 110px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SkaoXFu1CFI/AAAAAAAAAKk/2owVuYBVj9I/s320/re5_banner.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352150321805461586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O início do século XXI certamente aponta que este será o século do frenetismo. Nossas vidas adquiriram um ritmo tão alucinante que, parafraseando Lenine, até quando o corpo pede um pouco mais de alma, a vida não para. E esse frenetismo alucinante, obviamente, atingiu filmes, séries e games. Cada vez mais vemos mais explosões e menos inteligência nos enredos. Cada vez vemos mais tiros e menos filosofia. Cada vez vemos mais sangue e menos cérebro. E os filmes de zumbi não escaparam desse processo. Agora eles não andam mais: eles correm!&lt;br /&gt;No “longínquo” ano de 1996, numa época em que a sociedade ainda não era tão frenética, foi lançado o primeiro game da série Resident Evil, inaugurando o gênero chamado survival horror. Ou melhor, inaugurando o termo, à medida que o primeiro game desse gênero certamente é Alone in The Dark&lt;br /&gt;O primeiro RE era um game de arrepiar a espinha. O game tem pouquíssima munição e a quantidade de inimigos não é muito grande. A maior parte do tempo você fica sozinho, apenas acompanhado pela trilha sonora, que causa uma sensação de suspense insuportável. Aliás, trilha sonora é fantástica e só de ouvi-la me dá calafrios. Enfim, o considero até hoje o melhor game de todos os tempos, com uma atmosfera perfeita. &lt;br /&gt;Depois dele, foram lançadas inúmeras versões, quase sempre com grande quantidade de munição e muitos inimigos. O suspense foi dando lugar a ação e matar zumbis se tornou quase um hobby. &lt;br /&gt;Treze anos depois, é lançado Resident Evil 5, game que completa a total transformação da série. O game é basicamente um shooter. Dos bons! Mas é um shooter. Terminamos o game em aproximadamente 16 horas e não levei nenhum susto, muito menos senti medo em momento algum desse tempo. A única coisa que fazia era mandar bala em tudo que se mexia, procurar itens por cenários grandiosos e, hora ou outra, resolver algum enigma facílimo. A maior dificuldade é descobrir como são mortos os chefes. Logo, deram um jeito de aliar os enigmas a ação desenfreada. Mas o jogo é ótimo. A trama é fantástica e as CGs, maravilhosas. E o modo cooperativo funciona muito bem. Aliás, terminamos jogando pelo modo cooperativo. &lt;br /&gt;Albert Wesker retorna de maneira triunfal, sendo o derradeiro vilão do game. E dá pra sentir o ódio que ele sente por Chris a cada encontro dos dois. Além deles, o jogo conta com diversos personagens interessantes, como a também protagonista Sheva Alomar, a geneticista Excella Gione e Jill Valentine, que aparece inicialmente em flashbacks, estando supostamente morta. Ao passar do tempo, descobrimos que Wesker pretende criar uma nova ordem mundial, infectando todo o planeta com seu novo vírus. Ele se considera um deus e acredita piamente que o futuro da humanidade está em suas mãos. Talvez seja uma leve referência aos planos de Ozzymandias em Watchmen. Se não for, ao menos a relação é um pouco semelhante.&lt;br /&gt;Com todos esses ingredientes, a experiência de se jogar Resident Evil 5 é única. Apesar do jogo não dar mais medo e de ser um shooter (e eu odeio shooters), o game entra no panteão dos maiores de todos os tempos. Certamente, a maior parte das pessoas irá preferi-lo aos mais antigos. Afinal, é melhor dar tiro do que sentir medo. É melhor sobrar bala do que faltar. É melhor enfrentar inimigos com metralhadoras do que zumbis vagarosos. Mas ainda sim, sinto falta do silêncio e da atmosfera perfeita dos primeiros games da série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zura.com.br/track/?pr=4422&amp;site=5654&amp;origin=words&amp;label=&amp;href=http%3A%2F%2Fwww.zura.com.br%2FDVDs" rel="nofollow"&gt;DVDs&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-3685609433263775067?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/3685609433263775067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/resident-evil-5.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3685609433263775067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3685609433263775067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/resident-evil-5.html' title='Resident Evil 5'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SkaoXFu1CFI/AAAAAAAAAKk/2owVuYBVj9I/s72-c/re5_banner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-3905059803465380195</id><published>2009-06-22T05:35:00.001-07:00</published><updated>2009-06-22T06:16:46.275-07:00</updated><title type='text'>Terminator: Salvation</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/Sj96swWkAYI/AAAAAAAAAKE/N92IPpAwzp8/s1600-h/terminator-salvation-20090319000343249.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/Sj96swWkAYI/AAAAAAAAAKE/N92IPpAwzp8/s320/terminator-salvation-20090319000343249.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350129791651807618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuar uma franquia de sucesso é uma grande responsabilidade. Então, pode-se dizer que Terminator: Salvation já começou errado. Os roteiristas John D. Brancato e Michael Ferris, escolhidos para tocar o projeto já quase enterraram a franquia no irregular Terminator 3. Sem contar que eles que escreveram o terrivel Catwoman, aquele com a Halle Berry. E o diretor escolhido para tocar o barco é o não menos fraco McG, que tem como maior trabalho, as Panteras 1 e 2. Logo, não se podia esperar muito de T4. Porém, um filme que nasceu fadado ao extremo fracasso tem seus pontos positivos. É um bom filme de guerra/ação pós-apocalipto, com boas cenas frenéticas de perseguição. Para quem gosta, é um prato cheio. &lt;br /&gt;O roteiro também é fraco, mas até que ele constrói a narrativa direitinho. Isso, é claro, se os filmes anteriores forem esquecidos. E esse certamente é o maior problema do filme. Ao invés de continuar o arco narrativo da franquia, amarrando pontos interessantes deixados na trama, o filme simplesmente faz algumas homenagens aos anteriores de James Cameron, com algumas frases de efeito ("venha comigo se quiser viver" e "eu voltarei"), a música You Could Be Mine e um Arnold Schwarzenegger totalmente computadorizado (que é até bacana e bem real, mas extremamente mal aproveitado, parecendo ser só uma espécie de exibicionismo do pessoal dos efeitos especiais). &lt;br /&gt;Outro grande problema do filme é transformar John Connor em um coadjuvante de luxo. Quem protagoniza o filme, roubando a cena, é Marcus Wright, um ex-prisioneiro condenado à morte, que doa seu corpo para a Cyberdyne desenvolver experimentos e acorda no futuro meio perdido com a guerra. Aliás, a atuação de Sam Worthington é o grande destaque do filme. &lt;br /&gt;Para terminar, após mais um Terminator, fica a perguta: o que faz de John Connor um grande líder? Certamente que esse era o filme para resolver essa questão. Mas não resolve. Nem de longe. &lt;br /&gt;A franquia Terminator tem um potencial filosófico tão grande quanto Matrix. Porém, preferiram optar pela ação acéfala. É uma pena.&lt;br /&gt;E a tendência é piorar, já que McG diz que pretende fazer o próximo como uma espécie de Independence Day. É cruzar os dedos para que mude de ideia ou, melhor ainda, que mudem a equipe.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-3905059803465380195?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/3905059803465380195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/terminator-salvation.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3905059803465380195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3905059803465380195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/terminator-salvation.html' title='Terminator: Salvation'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/Sj96swWkAYI/AAAAAAAAAKE/N92IPpAwzp8/s72-c/terminator-salvation-20090319000343249.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-7291050119387386970</id><published>2009-06-01T14:56:00.000-07:00</published><updated>2009-06-01T15:13:50.575-07:00</updated><title type='text'>Carnivale</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SiRSltBDaCI/AAAAAAAAAJY/vK0QAqrxRm8/s1600-h/carnivale.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 301px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SiRSltBDaCI/AAAAAAAAAJY/vK0QAqrxRm8/s320/carnivale.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342485865660901410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ando meio desanimado para assistir filmes ultimamente. Aliás, a indústria cinematográfica anda meio parada. Há tempos não temos uma boa estréia. Mas confesso que perdi Star Trek, talvez por nunca me interessar muito pela série - dos Stars, o Wars sempre foi meu favorito. E para ajudar ainda mais, todas as séries que acompanho estão de "férias", pois já encerraram suas temporadas. &lt;br /&gt;Bem, esse final de semana estreará Terminator: Salvation. Espero ir logo na sexta e pretendo escrever a crítica logo em seguida. Confesso também que agora tenho uma companheira de cinema e posso não prestar a devida atenção no filme. &lt;br /&gt;Enquanto John Connor não chega aos cinemas e Jack Bauer, Sylar, Sheldon Cooper, os irmãos Winchester e Charlie Harper não voltam para a telinha, para espantar um pouco o tédio, resolvi assistir Carnivale, uma série que passei os olhos sobre ela há tempos, durante uma zapeada de canais, no SBT, às 3h 30 da manhã e na época não me interessou, apesar de ter me impressionado muito visualmente. &lt;br /&gt;Após assistir o primeiro episódio, posso dizer que gostei bastante. Lembra um pouco Fire Walk With Me e a série Twin Peaks. Vou testar mais uns três episódios para ver se realmente vale a pena assistí-la inteira. Quando tiver mais certezas da trama e, claro, se valer a pena, volto a escrever sobre a série.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-7291050119387386970?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/7291050119387386970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/carnivale.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7291050119387386970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7291050119387386970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/06/carnivale.html' title='Carnivale'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SiRSltBDaCI/AAAAAAAAAJY/vK0QAqrxRm8/s72-c/carnivale.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-2885027685077408181</id><published>2009-05-23T09:37:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T10:03:14.163-07:00</updated><title type='text'>Anos 80</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ShgsTb_lDpI/AAAAAAAAAJI/xP9tB9NwQHc/s1600-h/anos80.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 314px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ShgsTb_lDpI/AAAAAAAAAJI/xP9tB9NwQHc/s320/anos80.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339066070691286674" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certa vez, vi uma entrevista do guitarrista Edgard Scandurra, na qual ele disse que "na música ocorre um interessante processo da geração atual se interessar e se basear em coisas de vinte anos atrás". Logo, quis dizer que a "malfadada" década de 1980, considerada por muitos, a "década perdida para o Rock N' Roll no mundo", tinha voltado a tona. E realmente ele tem razão. Mas parece que esse é um processo que vai muito além da música. É um processo cultural. &lt;br /&gt;E o cinema não está livre desse processo, a medida que os maiores sucessos de bilheteria dos anos 80 estão ganhando nova roupagem, ou em continuações (Terminator Salvation, Tron 2.0), ou em refilmagens (Sexta-Feira 13, Footloose, Fúria de Titãs, Karatê Kid).&lt;br /&gt;Ainda nessa linha, acho fantástica também uma passagem do filme The Wrestler na qual Randy Robinson exalta os anos 80, dizendo que os Guns N´Roses eram o máximo e nessa década que rolava a diversão. Depois veio Kurt Cobain e acabou com tudo. &lt;br /&gt;Ele tem razão. Essa frase foi simbólica em descrever a transição de décadas. &lt;br /&gt;Mas também penso que a depressão noventista foi necessária. O mundo não sobreviveria a outra década alegórica como foi a de 1980. &lt;br /&gt;Bom, essa década está acabando e logo poderemos ver se essa teoria se comprova. Vamos ver se a partir de 2010, os anos 90 passarão a ser a referência. Me parece ser a tendência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-2885027685077408181?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/2885027685077408181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/05/anos-80.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/2885027685077408181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/2885027685077408181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/05/anos-80.html' title='Anos 80'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ShgsTb_lDpI/AAAAAAAAAJI/xP9tB9NwQHc/s72-c/anos80.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-4128963672835446958</id><published>2009-05-08T06:14:00.000-07:00</published><updated>2009-05-08T06:59:27.428-07:00</updated><title type='text'>X-Men Origins: Wolverine</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SgQ5RKljjtI/AAAAAAAAAHI/BwZBMWHentA/s1600-h/wolverine_garfoefaca.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 177px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SgQ5RKljjtI/AAAAAAAAAHI/BwZBMWHentA/s320/wolverine_garfoefaca.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5333450825775943378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Há algum tempo atrás, publiquei uma postagem na qual dizia estar ansioso pela estréia do filme X-Men Origins: Wolverine. Até cheguei a publicar três videos que me deixaram com uma sensação de que o filme teria um bom tom dramático. Pois é. O tom dramático ficou apenas nos videos. E o filme é decepcionante.&lt;br /&gt;O roteiro é muito fraco e estraga a interessante história do personagem. Dá a impressão que eles tentaram substituir a história em si pelas cenas de ação. Não que o filme precisava trazer grandes reflexões filosóficas, como a nova franquia do Batman e a própria trilogia dos X-Men. Mas o personagem tinha potencial pra fazer um filme tão bom quanto Homem-Aranha e Homem-de-Ferro. &lt;br /&gt;Os personagens secundários são uns bobalhões completamente desnecessários que só aparecem no filme pra apanhar, ou do Wolverine, ou do Dentes-de-Sabre. A luta de Logan contra Blob chega a ser ridícula. E acho um absurdo o Gambit não ter sotaque francês.&lt;br /&gt;Entretanto, a maior decepção fica por conta do completo desleixo com a cena do projeto Arma-X. Certamente essa é uma das partes mais importantes da história do personagem, a medida que é quando inserem o adamantium em seu esqueleto, apagam suas memórias e ele acaba fugindo de maneira animalesca ao fim do projeto. O que era para ser a grande cena do filme acaba sendo reduzido numa ceninha de alguns minutinhos, na qual é criado um suspense extremamente desnecessário (alguém achou que o Wolverine fosse morrer durante o projeto?) e que culmina com uma fuga patética. Até o desenho animado do X-Men soube aproveitar melhor essa parte da história do mutante canadense. &lt;br /&gt;Não que o filme seja extremamente ruim. Tem seus méritos. Eu até gostei da primeira metade. A cena dos créditos iniciais é muito legal. Acho que é o ponto alto do filme. Mas pensando bem, quando o ponto alto do filme são os créditos iniciais, algo deu errado. Liev Schreiber também se destaca, me surpreendendo com um Dentes-de-Sabre visceral. E é claro, Hugh Jackman, que já é o Wolverine, de tão a vontade que fica na pele do personagem, apesar dele ter vindo ao Brasil e tentado reeditar a patética luta com Blob, visitando o Ronaldo (hehehe, despeito de palmeirense).&lt;br /&gt;Enfim, a trilogia X-Men é ótima como produto cinematográfico. Os fãs ortodoxos odiaram (pelo menos meus amigos). Do resto, acho a trilogia fantástica, que nos leva a reflexões sobre o preconceito e ainda nos brinda com excelentes cenas de ação e ótimas atuações. Além do fato do primeiro X-Men ser o precursor dos chamados novos filmes de heróis. Nesse sentido, Wolverine destoa e decepciona, tanto os amantes de cinema quanto os fãs do personagem. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-4128963672835446958?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/4128963672835446958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/05/x-men-origins-wolverine.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4128963672835446958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4128963672835446958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/05/x-men-origins-wolverine.html' title='X-Men Origins: Wolverine'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SgQ5RKljjtI/AAAAAAAAAHI/BwZBMWHentA/s72-c/wolverine_garfoefaca.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-4307730268679138737</id><published>2009-04-20T21:25:00.000-07:00</published><updated>2009-04-21T02:37:58.060-07:00</updated><title type='text'>Sergio Leone: a maior influência de Quentin Tarantino</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Sergio Leone é um dos maiores cineastas italianos de todos os tempos, responsável por popularizar o gênero Western Spaghetti e também pelo clássico e emocionante "Era uma Vez na América". &lt;br /&gt;Em 1964 realiza o filme "Por um punhado de dólares", estreando por Clint Eastwood e dá origem a duas sequências, formando a conhecida "Trilogia dos Dólares: "Por uns dólares a mais", de 1965; e o cult "Três Homens em Conflito" (conhecido também como "The Good, The Bad and The Ugly), de 1966.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao revelar em 2002 a sua lista de maiores filmes de todos os tempos, Quentin Tarantino coloca a terceira parte da "Trilogia dos Dólares" no topo de seus filmes favoritos. E é inegavel a influência de Sergio Leone na obra de Tarantino, como podemos ver no vídeo abaixo. A introdução de "Três Homens em Conflito" lembra muito Kill Bill. E o recurso utilizado para apresentação dos três homens em questão é basicamente o mesmo da apresentação dos personagems do filme de Tarantino. Não que isso seja um problema. Mas que é interessante observar, é. Sinal que até os gênios como Tarantino, com o perdão da expressão utilizada, "quase-plagiam". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-dbe5cabb99b203ed" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddbe5cabb99b203ed%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331730913%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4B19E91FA63256F6B5ECD6CA7BD6A72BFB66529.43947EE712C5EA89231D4F392FEDE30EC2BC6796%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddbe5cabb99b203ed%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DYp5agQMzf8nEqBGUWayyuZOUKEw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddbe5cabb99b203ed%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331730913%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4B19E91FA63256F6B5ECD6CA7BD6A72BFB66529.43947EE712C5EA89231D4F392FEDE30EC2BC6796%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddbe5cabb99b203ed%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DYp5agQMzf8nEqBGUWayyuZOUKEw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-4307730268679138737?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='video/mp4' href='http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=dbe5cabb99b203ed&amp;type=video%2Fmp4' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/4307730268679138737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/04/sergio-leone-maior-influencia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4307730268679138737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4307730268679138737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/04/sergio-leone-maior-influencia-de.html' title='Sergio Leone: a maior influência de Quentin Tarantino'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-7981120174699838361</id><published>2009-03-21T14:10:00.000-07:00</published><updated>2009-03-22T18:43:52.669-07:00</updated><title type='text'>Milk</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ScViKWXGqXI/AAAAAAAAAGQ/rTcKZS2k81Y/s1600-h/milk_movie_poster.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 216px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ScViKWXGqXI/AAAAAAAAAGQ/rTcKZS2k81Y/s320/milk_movie_poster.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5315762865121438066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Me impressionou muito a repercussão negativa que Milk teve no Brasil. Não entre os críticos, que em geral, gostaram muito do filme. Mas entre o público mesmo. Fiquei realmente surpreso com alguns comentários nas comunidades do Orkut e em blogs sobre cinema. &lt;br /&gt;Entre tantos deles desqualificando o filme, os mais comuns eram os que diziam que Milk tem "um número elevado de pegação" e que os personagens são "promíscuos", pelo fatos dos personagens transarem sem sentimentos e compromissos.&lt;br /&gt;Bem, quando li isso, busquei em minha memória tais cenas exageradas de sexo e não lembrei de nenhuma. Cheguei até a questionar o fato de eu ter dormido no meio do filme. Mas não, percebi que é puro preconceito mesmo. E daqueles tão enraizados que a pessoa nem percebe que tem.&lt;br /&gt;Bem, primeiramente, eu sou heterosexual e sinto vontade de transar com mulheres pelas quais não tenho sentimento algum. Apenas por desejo mesmo. E não me acho um devasso nem um promíscuo. Sou bem normal. Penso que, nos dois casos, só o fato de sentir desejo por um pessoa e de, se possivel, consumar esse desejo, não significa promiscuidade. Seja hétero, seja homo. Entretanto, se julgarem isso como promiscuidade, SOU O MAIOR PROMISCUO DO MUNDO, podem ter certeza! &lt;br /&gt;Além disso, a meu ver, esse tipo de sentimento (amor monogâmico, seja hetero ou homo) não é necessário para a construção de um grande ser humano. Isso é uma visão pra lá de conservadora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milk é um filme sobre como fazer política voltada aos excluídos. Não é um filme de amor. Longe disso. Sequer é um filme somente sobre a defesa dos direitos dos homossexuais. Mas quase ninguém consegue ver além disso. O filtro homofóbico das mentes parece barrar certas informações. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sem contar com a posição extremamente homofóbica de Marco Ribeiro, dublador oficial de Sean Penn no Brasil, que se recusou a dublar o personagem pelo fato de ser pastor evangélico e, como ele mesmo disse, para "evitar aborrecimentos entre a comunidade evangélica". E pior ainda: pessoas defendendo o dublador, dizendo que ele é "livre pra escolher quem dublar e para ter suas convicções pessoais". Bem, ele é livre mesmo para escolher seus trabalhos. Agora a pessoa ser livre para ser preconceituoso já é uma outra história. Nem vou entrar muito nessa questão para não alongar muito o texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente direi que é revoltante o que a religião faz com o mundo. Basta lembrar que Marco Ribeiro não se recusou a dublar Sean Penn em Sobre Meninos e Lobos. Ele não viu problemas no fato do personagem matar injustamente um amigo por pensar que ele fosse um pedófilo. E a Igreja Católica, que excomunga a mãe e os médicos que realizaram um aborto na filha estuprada e o estuprador não. &lt;br /&gt;Como diria um grande amigo, filósofo, chamado Carlos Eduardo, "qualquer manifestação coletiva de religião deveria ser proibida". Extremista? Pode até ser. Mas não sabemos se Deus existe. Pode ser que não exista. E se existir, pode ser que não seja vingativo e tolhedor. Na dúvida, viva a vida!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-7981120174699838361?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/7981120174699838361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/03/milk.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7981120174699838361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/7981120174699838361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/03/milk.html' title='Milk'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/ScViKWXGqXI/AAAAAAAAAGQ/rTcKZS2k81Y/s72-c/milk_movie_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-3917575882659567873</id><published>2009-03-08T15:49:00.000-07:00</published><updated>2009-04-16T08:00:00.074-07:00</updated><title type='text'>Jack Bauer e as Ditaduras</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://image.examiner.com/images/blog/wysiwyg/image/jackbauer.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 316px; height: 390px;" src="http://image.examiner.com/images/blog/wysiwyg/image/jackbauer.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Assistindo a nova temporada da série 24 Horas, percebi a mesma dualidade entre o herói e a lei encontrada em The Dark Knight. Entretanto, na história de Jack Bauer, a referência é mais evidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sétima temporada inicia com Jack sendo julgado pelo senado estadunidense por atos de tortura em interrogatórios, contra a lei e contra os direitos humanos. Mas no meio do julgamento, recebe um pedido de ajuda do F.B.I. para solucionar um caso. Durante a temporada, a todo momento o protagonista é colocado em situações nas quais opta sempre pelos métodos ilegais e considerados desumanos para a solução dos problemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exemplo é marcante. É impressionante como o Estado necessita sempre de alguém para fazer o trabalho "sujo, porém necessário". Quer dizer, não só o Estado. O sistema. E até a sociedade civil. E os mesmos que se beneficiam desses trabalhos sujos, são os que julgam e condenam os executores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pra citar algum exemplo nacional, a Rede Globo e grande parte da imprensa e das empresas brasileiras apoiaram o golpe militar de 1964 e se beneficiaram muito da Ditadura. E hoje, é claro, demonizam o episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-3917575882659567873?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/3917575882659567873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/03/jack-bauer-e-ditadura-militar.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3917575882659567873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/3917575882659567873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/03/jack-bauer-e-ditadura-militar.html' title='Jack Bauer e as Ditaduras'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-4065389171415747573</id><published>2009-02-22T21:25:00.000-08:00</published><updated>2009-02-22T21:52:06.554-08:00</updated><title type='text'>Oscar 2009 - Vencedores</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Filme&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o favorito. Mas particularmente, dentre os concorrentes, preferia Milk. Entretanto, The Wrestler, Wall-E e The Dark Knight são melhores que todos os que concorreram e mereciam encabeçar a lista. Coisas da academia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor diretor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Danny Boyle - Quem Quer Ser Um Milionário? &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Favorito. Entretanto, reitero o que disse sobre o "melhor filme". Cristopher Nolan e Darren Aronofsky mereciam muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor ator&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sean Penn - Milk - A Voz da Liberdade &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse Oscar está em excelentes mãos. Premia magnifica atuação de Sean Penn, na pele do político Harvey Milk. Entretanto, o ator já tem uma estatueta. Por isso, gostaria muito que Mickey Rourke, pelo seu não menos brilhante Randy "The Ram". Rourke não tem nenhuma estatueta e talvez nunca concorra novamente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor atriz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kate Winslet – O Leitor  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merecido Oscar pelo conjunto da obra. Era sua sexta indicação quase que consecutiva! Merecia levar. Mesmo que a atuação de Meryl Streep, em "Dúvida" tenha sido melhor. Mas algumas pessoas já são our concours. Meryl é uma delas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor ator coadjuvante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heath Ledger - Batman – O Cavaleiro das Trevas &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prêmio mais justo e esperado da noite. Mostra uma pequena abertura da academia para adaptações de quadrinhos. E premia (digo premia, pois se disser que "homenageia", vai parecer que não foi merecido) um trabalho brilhante. Ledger já deixa saudades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor atriz coadjuvante&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penélope Cruz - Vicky Cristina Barcelona &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Favorita também. Qualquer uma que ganhasse nesse prêmio, seria merecido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Animação Longa-Metragem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Wall-E&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merecia concorrer com chances de vitória a "melhor filme" dentre todos. Só faltava não levar como "melhor animação"... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Roteiro Adaptado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Roteiro Original&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Milk - A Voz da Liberdade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Direção de Arte&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Fotografia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Figurino&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Duquesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Filme Estrangeiro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Okuribito (Japão) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Documentário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Equilibrista &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Melhor Documentário Curta-Metragem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smile Pinki &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Montagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Maquiagem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Trilha Sonora Original&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário?   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Canção Original&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Jai Ho" - Quem Quer Ser Um Milionário? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Curta Animado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Maison en Petits Cubes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Curta Live-Action&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spielzeugland (Toyland) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Edição de Som&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Batman – O Cavaleiro das Trevas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Melhor Mixagem de Som&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem Quer Ser Um Milionário?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Efeitos Especiais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Curioso Caso de Benjamin Button&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-4065389171415747573?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/4065389171415747573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/oscar-2009-vencedores.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4065389171415747573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/4065389171415747573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/oscar-2009-vencedores.html' title='Oscar 2009 - Vencedores'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-8474974952892485505</id><published>2009-02-18T19:01:00.000-08:00</published><updated>2009-02-18T20:29:20.831-08:00</updated><title type='text'>X-Men Origins: Wolverine</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://tudoaki.net/conteudos/informacoes/filmes/imagens/wolverine_(wolverine_the_movie__x_men_origins_wolverine)_%5B2009%5D.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 250px; height: 371px;" src="http://tudoaki.net/conteudos/informacoes/filmes/imagens/wolverine_(wolverine_the_movie__x_men_origins_wolverine)_%5B2009%5D.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;br /&gt;Os três comerciais de TV do filme X-Men Origins: Wolverine. Eu estava um pouco descrente, mas pelo jeito, o filme promete!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Detalhe muito bem observado pelo site www.omelete.com.br no terceiro comercial: depois de ser esculachado, corneado e morto na trilogia X-Men, será que Ciclope vai roubar a cena justo no filme de Logan?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, pelo menos seria uma homenagem justa ao personagem, totalmente avacalhado nos outros filmes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardo ansiosamente o filme, que estréia no país dia 30 de abril, um dia antes da estréia mundial.&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-9ea343f74afa5917" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param 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Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-9001254038341861546</id><published>2009-02-18T08:16:00.000-08:00</published><updated>2009-03-12T19:43:18.704-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='The Dark Knight'/><title type='text'>O Cavaleiro Totalitário</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZw9I8pssdI/AAAAAAAAAFU/9QjazKTfduw/s1600-h/dark-knight-posters.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZw9I8pssdI/AAAAAAAAAFU/9QjazKTfduw/s320/dark-knight-posters.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304181685064872402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;The Dark Knight é, indubitavelmente, o maior e melhor filme da história baseado em um personagem de quadrinhos. As maiores provas disso é o aproximado bilhão de dólares alcançados em bilheteria e as oito indicações ao Oscar (ator coadjuvante, direção de arte, edição, efeitos especiais, edição de som, mixagem e fotografia) quebrando paradigmas de preconceito da academia com o gênero, ainda que, contrariando o desejo de boa parte da crítica especializada, elas não tenham vindo para os prêmios principais: melhor filme e melhor diretor. &lt;br /&gt;E quando digo que o filme é “apenas” baseado no herói e não uma adaptação dos quadrinhos não é em vão. Acredito que a melhor adaptação, até que Watchmen me prove (ou não) ao contrário, é Sin City, seguido de longe pelo primeiro Spider-Man. O roteiro escrito pelos irmãos Jonathan e Cristopher Nolan, baseado no argumento de David S. Goyer é completamente original e jamais visto em uma revista em quadrinhos, apesar das evidentes referências às graphic novels O último dia das Bruxas e, principalmente, A Piada Mortal, pois o que o Coringa faz com Harvey Dent no filme é o mesmo que ele tenta fazer, sem sucesso, com o Comissário Gordon nessa cultuada obra de Alan Moore. Até a origem do vilão Duas-Caras foi completamente alterada no filme, fato este que para minha grande surpresa, não provocou nenhuma reação dos fãs ortodoxos, que quase sempre se exaltam com essas mudanças. &lt;br /&gt;Entretanto, esse texto não é para falar dos aspectos técnicos, nem da direção e nem das magníficas atuações. Esses aspectos já foram muito bem analisados pelos críticos, destacando o brilhante texto de Pablo Villaça, encontrado no site www.cinemaemcena.com.br. Além desses aspectos já esgotados pelos especialistas, The Dark Knight merece um pouco mais de atenção, pois o filme é, na minha visão, uma grande metáfora filosófica, histórica e social, debatendo indiretamente temas como o totalitarismo, a democracia e o caos. Principalmente o caos. E a reação da sociedade quando deparada com ele. &lt;br /&gt;Nesse contexto, nosso herói mascarado pode ser comparado a um governo ditatorial e totalitário, enquanto Harvey Dent, a velha esperança na democracia. Esse tema não é novidade na vida do homem-morcego. Em O cavaleiro das trevas, de Frank Miller, o herói já é acusado de ser um vigilante fascista, pelo seu desprezo pelas leis. &lt;br /&gt;Na nova série cinematográfica, em uma Gotham mergulhada no caos, a população não hesita em depositar a segurança da cidade nas mãos de um justiceiro mascarado. Nesse quesito, Batman Begins  é até mais emblemático, pois tal como ocorreu no pós-11 de setembro de 2001, a ameaça provinha do oriente médio, sob a batuta de Ras Al Ghul. Obviamente, a escolha ideológica por um vilão semi-desconhecido do público em geral para ressuscitar a franquia, já demonstrava o tom que seguiria a série. Já em The Dark Knight, a ameaça é maior, pois mais do que um terrorista oriental, o Coringa é um puro agente do caos.&lt;br /&gt;E para capturá-lo, o herói vai se utilizar de métodos que corroboram essa minha tese. Nesse sentido, o filme apresenta um diálogo emblemático entre o Alfred e Bruce Wayne, no qual o primeiro conta uma história de um criminoso, em Burma, que roubou diamantes, mas os jogou fora, ou seja, não tinha motivação por dinheiro, só querendo ver o “circo pegar fogo”. Quando questionado acerca da maneira que esse vilão foi capturado, Alfred é enfático: “incendiamos a floresta inteira”. &lt;br /&gt;Outro fato emblemático no filme é a captura do contador da máfia, em Hong Kong. Por ter certeza que a China jamais o deportaria, Batman decide invadir o país e capturá-lo, mostrando que sua “jurisdição” vai além do território, supostamente estadunidense. Além disso, não se pode esquecer que a China é a nova grande rival dos Estados Unidos.&lt;br /&gt;Entretanto, o fato mais representativo é quando Batman decide infringir as liberdades civis dos habitantes de Gotham. Na tentativa de encontrar o vilão, o cavaleiro das trevas transformando todos os celulares de Gotham em escutas. Nota-se que apesar de Lucius Fox questionar a atitude do herói, naquele momento, ele aceita se utilizar desses meios. O que parece ser uma discussão ética sobre o cerceamento das liberdades civis, acaba se tornando um alento para dizer que, quando alguém decidir em nome do que julgar ser um bem maior, mesmo sendo questionável, isso irá ocorrer. E isso acaba gerando dúvidas se isso é realmente uma crítica a esse tipo de ação, como realmente parece no primeiro momento.&lt;br /&gt;Além de tudo isso, não se pode deixar de lado o interrogatório do Coringa, no qual o herói utiliza-se da violência para descobrir o paradeiro de Dent e Dawes. Violência e tortura em interrogatórios são marcas de qualquer governo ditatorial e totalitário encontrados na história. &lt;br /&gt;Na contramão de Batman, temos a figura de Harvey Dent, que representa os valores democráticos da sociedade ocidental. Mas, como todos já sabem, Dent é o maior derrotado no filme. Ao constatar que não existe justiça, o cavaleiro branco de Gotham, enlouquece, somado ao fato de suas queimaduras faciais e da perda de sua amada. Nesse sentido, a queda de Harvey Dent é muito simbólica, pois junto dele caem todos os ideais de justiça e democracia tanto defendidos pelo personagem. &lt;br /&gt;Nas palavras de Pablo Vilhaça, The Dark Knigth é “certamente um dos ‘filmes de super-herói’ mais adultos e densos já concebidos por Hollywood, sendo inteligente o bastante para compreender que nem sempre ser ‘herói’ implica em agir da maneira esperada”. Vilhaça está certo. Em tempos de crise, a sociedade tende a depositar confiança em um único homem, para depois derrubá-lo. Ao contrário de V for Vendetta, no qual o herói prefere distribuir máscaras e capas por toda a população, transformando-os nos verdadeiros heróis, Batman prefere agir sozinho. E infelizmente, está certo. A sociedade é inerte e jamais opta por ações coletivas. As pessoas preferem eleger alguém para fazer o trabalho, inclusive o sujo se necessário no momento. Ninguém quer sujar as mãos, seja de graxa ou de sangue. E nesses momentos que surgem figuras, que vão de Batman a Lex Luthor, de Lula a Castelo Branco, de Fidel Castro a Stalin, George W. Bush a Hitler, de Obama a Hugo Chavez.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-9001254038341861546?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/9001254038341861546/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/o-cavaleiro-totalitario.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9001254038341861546'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9001254038341861546'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/o-cavaleiro-totalitario.html' title='O Cavaleiro Totalitário'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZw9I8pssdI/AAAAAAAAAFU/9QjazKTfduw/s72-c/dark-knight-posters.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-793855988009039045.post-9087826188633166456</id><published>2009-02-14T08:05:00.000-08:00</published><updated>2009-02-14T08:31:47.373-08:00</updated><title type='text'>Paradoxos temporais na ficção-científica</title><content type='html'>&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUser%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Os filmes de ficção-científica quase sempre apresentam temáticas futuristas, com tecnologias muito além da época em que são lançados. Desde o romance &lt;i style=""&gt;A M&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;áq&lt;/i&gt;&lt;i style=""&gt;uina do &lt;/i&gt;tempo, escrito por H.G. Wells, no final do século XIX, as viagens temporais recorrentemente aparecem como tema a ser desenvolvido pelas obras ficcionais. Entretanto, algumas questões só puderam ser elucidadas e melhor elaboradas com o surgimento da teoria da relatividade, de Albert Einstein e seus desdobramentos. Ainda assim, os filmes que abordam esse tema sempre correm o risco de cair nos chamados “paradoxos temporais”, que fazem com que o roteiro, mesmo sendo de um filme de ficção-científica, se torne inverossímil. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.teachwithmovies.org/guides/time-machine-DVDcover.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 197px; height: 294px;" src="http://www.teachwithmovies.org/guides/time-machine-DVDcover.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;O paradoxo temporal mais comum encontrado nos filmes de ficção-científica é o chamado “Paradoxo do Avô”, que seria explicado pela seguinte situação hipotética: um indivíduo qualquer inventa uma máquina do tempo, volta ao passado e assassina seu próprio avô. Logo, seu pai, e consequentemente, ele, não nascem e a maquina do tempo deixa de existir. Portanto, sem a maquina do tempo, o individuo não volta ao passado e não mata seu avô, possibilitando assim a invenção de sua máquina do tempo. Esse paradoxo inviabiliza as viagens temporais se for levado em conta a existência de apenas uma linha do tempo, pois isso pressupõe a idéia de um passado como sendo um todo fechado e a própria volta a ele, mesmo apenas ao andar, respirar, pisar em formigas, seria uma negação do que já ocorreu. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZbsVpwR1-I/AAAAAAAAAEY/qhqYArn52xo/s1600-h/devoltaparaofuturo3_1990_poster.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 216px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZbsVpwR1-I/AAAAAAAAAEY/qhqYArn52xo/s320/devoltaparaofuturo3_1990_poster.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5302685468005095394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Esse tipo de paradoxo temporal aparece no filme &lt;i style=""&gt;De Volta para o Futuro &lt;/i&gt;(Back to the Future, de 1985), dirigido por Robert Zemeckis. Ao voltar ao passado, o personagem Marty McFly, interpretado pelo ator Michael J. Fox, conhece sua própria “futura” mãe, adolescente, que se apaixona por ele. Ao acontecer isso, Marty e seus irmãos começam a desaparecer de uma foto da família que o personagem carrega consigo. Por isso, Marty precisa fazer seus pais se apaixonarem, pois caso isso não aconteça, sua existência seria apagada. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Esse trecho exemplifica bem a teoria da existência de apenas uma linha temporal no roteiro do filme, à medida que as ações de Marty no passado modificariam sua existência no futuro e, consequentemente, no “presente-passado” em que estava vivendo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Uma série cinematográfica que deixa algumas lacunas quanto à interpretação que lhe dá as viagens temporais é a &lt;i style=""&gt;Exterminador do Futuro&lt;/i&gt; (&lt;i style=""&gt;Terminator, &lt;/i&gt;de&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;1984; &lt;i style=""&gt;Terminator 2 – The Judgment Day&lt;/i&gt;, de 1991, &lt;i style=""&gt;Terminator 3 – Rise of Machines&lt;/i&gt;, de 2003, e &lt;i style=""&gt;Terminator: The Sarah Connor Chronicles&lt;/i&gt;, seriado de T.V. iniciado em 2008). Apesar do não esclarecimento direto do tipo de teoria sobre as linhas do tempo que a série adota, ela apresenta fortes indícios que segue a teoria das múltiplas linhas temporais. Ao voltar ao passado, o individuo modificaria a linha atual, criando uma outra realidade, diferente daquela que já aconteceu.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.cinemablend.com/images/sections/13987/_1229150769.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 227px;" src="http://www.cinemablend.com/images/sections/13987/_1229150769.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;A série iniciada por James Cameron apresenta algumas questões que não são resolvidas pelo roteiro:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;- a Skynet, empresa responsável pela criação da inteligência artificial que dominaria a terra, seria criada com os restos do primeiro exterminador, destruído no primeiro filme, que ela mesma enviara para matar a mãe do futuro líder da humanidade, John Connor;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;- Kyle Reese é enviado por John Connor para proteger sua mãe, no passado. Entretanto, nesse retorno, Kyle engravida Sarah e se torna o pai de John;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;- a formação de John Connor, como líder e salvador da humanidade, se dá através da consciência de sua predestinação a assumir tal posto. Então, é constantemente treinado por Sarah e preparado para assumir essa posição. As próprias lutas contra os exterminadores que retornam para matá-lo ajudaria nessa formação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Essas questões seriam impossíveis de serem resolvidas pela teoria de uma única linha temporal, pois cairia nos problemas do “Paradoxo do Avô”. Se no universo de &lt;i style=""&gt;Terminator&lt;/i&gt; existisse apenas uma linha temporal, a Skynet jamais poderia ter sido criada a partir de uma tecnologia enviada por ela mesma do futuro ao passado, pois ela nem existiria. E certamente Kyle Reese não seria pai de John Connor, à medida que um “primeiro” John Connor, inconsciente de seu papel de liderança, precisaria chegar ao futuro para enviar Kyle Reese de volta ao passado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;Então, para não se tornar inverossímil, é certo que &lt;i style=""&gt;Terminator &lt;/i&gt;utiliza-se da teoria das múltiplas linhas temporais. Mesmo isso não ficando claro nos primeiros filmes, o seriado, em andamento, parece estar rumando para esse lado. Sendo assim, essas questões não resolvidas da série &lt;i style=""&gt;Terminator&lt;/i&gt; podem ser passíveis a várias interpretações.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Em resumo, &lt;/span&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link style="font-family: times new roman;" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUser%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;a teoria das múltiplas linhas temporais admite apenas um passado possível para aquela linha que se segue. Entretanto, ao enviar alguém para qualquer ponto desse passado, cria-se uma nova linha do tempo a partir dali, passando a existir uma outra dimensão paralela, ou seja, um outro futuro. Certamente, se Robert Zemeckis optasse por essa teoria &lt;st1:personname productid="em De Volta" st="on"&gt;em &lt;i style=""&gt;De  Volta&lt;/i&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;i style=""&gt; para o Futuro&lt;/i&gt;, o fato da mãe de McFly se apaixonar por ele no passado, não traria grandes conseqüências na existência do personagem, pois este viria de uma outra linha temporal que não seria afetada por suas ações. Isso, claro, é mais uma questão de Física do que  propriamente de cinema, assim, esses filmes não merecem críticas por seus roteiros. Entretanto, é sempre importante e interessante fazer esse tipo de análise.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 54pt; line-height: 200%;"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;span style=";font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Texto de João Paulo da Silva&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUser%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/793855988009039045-9087826188633166456?l=cultopia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cultopia.blogspot.com/feeds/9087826188633166456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/paradoxos-temporais-na-ficcao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9087826188633166456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/793855988009039045/posts/default/9087826188633166456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cultopia.blogspot.com/2009/02/paradoxos-temporais-na-ficcao.html' title='Paradoxos temporais na ficção-científica'/><author><name>João Paulo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11044828595077797494</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/-QLTKBdnOqBA/TZ-pfzIny_I/AAAAAAAAAOI/JwZ-tUIMo-M/s220/jp.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Rpl88Ra1-ko/SZbsVpwR1-I/AAAAAAAAAEY/qhqYArn52xo/s72-c/devoltaparaofuturo3_1990_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
